Ainda em 2003 pelas mãos de Cisto Muzila recebe um Cd-Maket com um álbum de Boss Ac – Rimar contra A maré, ( esse momento foi o divisor de águas ), sem esquecer que o cd da Gpro fam já saído nessa altura também teve seu também contributo nesse aspecto, foram esses dois discos de maior impacto para si ate então, foram esses discos que o enraizaram no hip – hop e o levaram a fixar casa definitivamente neste universo, sem descorar que de vez enquando sempre que conviesse viajava por outros ritmos e estilos. Ė nessa fase que sua personalidade (modos de ser e de vestir) e maneiras de ver o mundo começam a mudar através do espectro do hip hop, nessa altura também interess-se em conhecer o trabalho outros rappers Lusófonos alėm de Boss Ac, Guto , Black Campany e SSP.
Ainda no ano de 2003 incentivado por si, o seu amigo de infância Helton Rodrigues Aka Esgoto a revelia da sua avó ganha coragem de retirar o computador Da Intel - Pentium ii que ia fazer já 3 anos guardado no porão da casa dele, computador trazido da Alemanha pelo seu tio, esse episodio quase que lhe custou o tecto, se na fosse a sua tia Isabel Flora Lavo que intercedera a seu favor. Reunidas essas condições e ferramentas então já se podia rumar para próxima fase, que ambos ambicionavam que seria um envolvimento mais activo com Hiphop, pois já sentiam a necessidade de produzir suas musicas, pois já tinha começado a escrever suas primeiras letras de rap, já que seu primeiro intuito era de ser Mcee. Nesse momento nomes como Gabriel Pensador, Valete, Sam The Kid Começam a acrescentar-se ao seu repertório musical, pois descobrira um programa de rádio na RDP África, denominado Soulisticio, programa que se de dedicava ao universo Black Music com maior enfoque para Lusofonia sem se esquecer de nomes do hip hop americano como Eminem , Black Star, Guru , Dj Premier e outros que de vez enquando por lá passavam.
Em 2004 transfere-se para Escola secundária 14 de Outubro no Bairro da Urbanização onde conhece Busters e Fonnash, estes já na altura um pouco mais avançados no seu envolvimento com Hip Hop pois já tinham músicas gravadas, começa uma relação de amizade com estes e dai que começam as primeiras tentativas de Beat Making, no computador do Busters, com recurso ao fl Studio 3 ou 4 porėm sem sucesso nesse intenção, pois Busters desistira prematuramente, Verbalistick via assim hipotecada a sua carreira de mc que ainda nem começara, pois para si os produtores que estavam ao seu dispor não tinham o tipo de som que ele queria, pois eram produtores de outros géneros musicais que emigravam de vez em quando para o hip-hop para satisfazer a demanda .
Assim a cena de querer reppar volta a ficar incubada, mas dara lugar a um consumidor nato de hip hop de todos os quadrantes mundiais, fase muito determinante para o seu desenvolvimento como hip-hopper. Por estas eras, malta 2006 que volta a mexer com ferramentas de produção musical já tendo alguns meios próprios, sendo fl Studio na sua versão 5 como ferramenta principal porėm não tendo conseguido se adaptar ao set up na altura, pois estava tudo no autodidatismo sem nenhuma tutoria. Em 2008 reencontra-se com com Bush Alberto seu Ex. Colega da turma de 2006 da Escola Secundária Santo António da Malhangalene, este já sob o pseudónimo de Dj Emilvas pois já encontrava se activo como produtor musical que lhe mostrara na altura algumas faixas musicais de sua autoria, algo que terá cativado Dj Verbalistick , era ali o preludio de uma tutoria para este. Dj Emilvas incutiria então as noções que serviriam de base para Dj Verblistick, o único dilema ali havido ė que o Dj Emilvas não era produtor de hiphop e não era perito na manipulação de samples, que era factor crucial para produção do género que Dj Verbalistick pretendia, e outra dificuldade que Dj Verbalistick enfrentara era a falta de Contoladores Midi e outas ferramentas físicas para produção musical, já que por essas alturas já lhe chegavam pela internet documentários de hip-hop americano sobre produção musical e ali ele via a maneira intuitiva como os hiphopeers americanos com acesso a tais recursos técnicos faziam suas produções, e por essas alturas tais ferramentas eram coisas muito difíceis de adquirir localmente , por via disso volta a descartar a ideia de produzir beats.
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